"...brilhe a vossa luz diante dos homens,
de modo que, vendo as vossas boas obras,
glorifiquem o vosso Pai, que está no Céu."
(Mt 5, 16)

São vários os cristão alentejanos,
ou com profunda relação ao Alentejo,

que se deixaram transformar pela Boa Nova de Jesus Cristo
e com as suas vidas iluminaram a vida da Igreja.
Deles queremos fazer memória.
Alguns a Igreja já reconheceu como Santos,
outros estão os processos em curso,

outros ainda não foram iniciados os processos e talvez nunca venham a ser…
Não querendo antecipar-nos nem sobrepor-nos ao juízo da Santa Mãe Igreja,
queremos fazer memória destas vidas luminosas.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

José Mattoso sublinha capacidade de «encontrar soluções realistas» demonstrada ao longo dos séculos
Especialista classifica obra de Santa Beatriz da Silva
como reação para superar «crise da época»

LFS/Ecclesia | José Mattoso 14 out 2011 (Ecclesia) – O historiador José Mattoso disse hoje em Fátima que a obra religiosa de Santa Beatriz da Silva, do século XV, surge como um dos acontecimentos “típicos da capacidade de reação peninsular na superação da crise da época”.
Na conferência inaugural do Congresso Internacional dos 500 anos da Ordem da Imaculada Conceição (OIC), sobre «O tempo de Santa Beatriz», a decorrer em Fátima, no auditório das Irmãs Concepcionistas, de hoje até domingo, o especialista referiu também que as crises sociais e económicas, “mesmo as mais graves, constituem um desafio e até estímulo à renovação da sociedade”.
Neste congresso - com cerca de duas centenas de participantes - o orador ao fazer referência à crise atual, ainda que desconhecendo “as suas dimensões e as suas consequências”, recordou outras crises na história: “Algumas fizeram vítimas, mas também enriqueceram experiências de vida e ensinaram a encontrar soluções realistas, eficazes e abrangentes”.
Assinalando 500 anos da aprovação da Regra da OIC pelo Papa Júlio II, Mattoso referiu que na versão vulgar da historiografia portuguesa se considera que o século XV “como o tempo de esplendor”.
No entanto, afirmou o historiador, nesta época existiu “uma profunda crise social e económica que só a muito custo foi efetivamente superada” e um dos seus aspetos “mais esquecidos” é o da “profunda renovação da vida religiosa, tanto mais vigorosa, quanto mais contrastante com a decadência e até corrupção das ordens antigas e da hierarquia eclesiástica”.
Beatriz da Silva, nascida por volta do 1437 em Campo Maior, viveu desde os 14 anos em reclusão no mosteiro de São Domingos de monjas dominicanas, em Toledo (Espanha), alcançando em 1489, uma primeira aprovação papal para a sua comunidade monástica através da bula ‘Inter Universa’, do Papa Inocêncio VIII, mas só após a sua morte (1492), a Ordem da Imaculada Conceição obteria a bula fundacional ‘Ad Statum Prosperum’, no ano de 1511.
Santa Beatriz foi canonizada pelo Papa Paulo VI a 3 de outubro de 1976.
LFS/OC
Santa Beatriz da Silva
Estrela para Novos Rumos
Apresentação
Santa Beatriz da Silva, a única mulher portuguesa que fundou uma ordem contemplativa, faleceu em Toledo, no ano 1492, com 55 anos de idade, antes que a Regra da Ordem da Imaculada Conceição (OIC) fosse aprovada pelo Papa Júlio II, no dia 17 de Setembro do ano 1511. São já passados 500 anos sobre esse ato fundante, exarado na bula papal Ad Statum Prosperum. A Ordem da Imaculada Conceição não só sobreviveu às fortes crises políticas, ideológicas e sociais que marcaram a Europa e o mundo ocidental como também se difundiu por diferentes países da Europa, da América e da Ásia e continua a afirmar-se com pujança através de quase centena e meia de mosteiros. Este é um facto notável que merece ser posto em relevo. Ora quando, nos nossos dias, é frequente ouvir-se falar de crise da vida consagrada, a vitalidade desta ordem contemplativa não pode passar despercebida aos historiadores e aos estudiosos dos fenómenos sociorreligiosos.
Ao contrário do que seria expectável, verificamos, com alguma mágoa, que em Portugal não são suficientemente conhecidas nem a figura ímpar de Santa Beatriz da Silva nem a Ordem monástica por ela fundada. Por isso, consideramos que tem todo o sentido a iniciativa do Congresso Internacional, aliás bem acolhida tanto no meio eclesiástico como no meio académico. Num e noutro se sente a necessidade de tornar mais conhecida a personalidade, a vida e a obra de Santa Beatriz da Silva, tendo em conta o contexto cultural, sociopolítico e religioso em que ela viveu. Por outro lado, importa estudar e conhecer os sólidos alicerces sobre os quais edificou a sua Ordem da Imaculada Conceição, que experimentou tão rápida expansão ao longo do século XVI, com perto de uma centena de fundações, e foi capaz de resistir aos ventos e tempestades da história, durante cinco séculos (Mt 7, 24-25).
A vida da Fundadora e a vida da OIC constituem dois filões fecundos não suficientemente explorados. Deles saberão os investigadores que tomam parte no Congresso extrair os tesouros novos e antigos, que permitam colocar Santa Beatriz da Silva ao lado das grandes figuras nacionais, imortalizadas pelos nobres e heroicos feitos praticados em favor da cultura e da santidade. É uma honra que lhe é devida por ser portuguesa e, mais ainda, por ser mulher, sobretudo, se tivermos em conta que, no século XV, o papel social da mulher era muito inferior ao do homem e bem diferente do atual.
A maior expansão da Ordem da Imaculada Conceição deu-se logo no século XVI, com cerca de uma centena de fundações. Mas, a vinda para Portugal das Filhas de Santa Beatriz da Silva foi tardia e a sua presença manteve-se sempre discreta. Entre 1629 e 1732, apenas se estabeleceram sete comunidades, na área continental, que vieram a desaparecer com a expulsão das ordens religiosas. Presentemente, são dois os mosteiros com comunidades residentes: o de Campo Maior, fundado por cinco monjas espanholas, em 1942, e o da Quinta do Viso, perto de Viseu, fundado a partir da Comunidade de Campo Maior, em 1970. Diferente é a situação no Brasil, onde existem, presentemente, 18 mosteiros da Ordem da Imaculada Conceição.
Seria interessante investigar as causas destas assimetrias. Sendo portuguesa a Fundadora, como se explica uma presença tão discreta da Ordem em Portugal, mesmo na atualidade? É certo que, apesar de serem apenas duas, as comunidades portuguesas são bastante jovens e acalentam esperança de crescimento. Com efeito, nota-se na sociedade portuguesa uma renovada atração pela vida contemplativa. Será isso um bom sintoma para que demos crédito a quem vaticinou que o século XXI virá a ser o século do misticismo?
Espero que o Congresso Internacional, alargando os horizontes para lá da Ordem da Imaculada Conceição, nos ajude a aprofundar e a compreender as coordenadas da vida contemplativa, como semente de vida nova nesta sociedade, prisioneira do presente, desprovida da vitalidade de que as raízes da História são garantia e privada de um ideal que lhe permita vislumbrar o futuro para lá das nuvens que escurecem o sol.
Termino agradecendo a preciosa, competente e dedicada colaboração de todos quantos se quiseram associar a nós para esta comemoração jubilar. Oxalá a semente que ora lançamos à terra produza muitos e saborosos frutos no ambiente cultural, social e religioso.
+ José Francisco Sanches Alves
Arcebispo de Évora

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Santa Beatriz da Silva,
mulher inovadora

Congresso internacional aborda vida e obra da fundadora da Ordem da Imaculada Conceição, que assinala 500 anos de existência

Lisboa, 13 out 2011 (Ecclesia)
Historiadores lusos e estrangeiros reúnem-se entre sexta-feira e domingo, em Fátima, num congresso internacional para lembrar a vida e obra de santa Beatriz da Silva, fundadora da única ordem contemplativa portuguesa, aprovada pelo Papa há 500 anos.

A iniciativa recorda “uma mulher forte de origem portuguesa que quis afrontar os cânones sociais e mentais ibéricos do tempo e encontrar um espaço de protagonismo e de liberdade interior”, assinala o presidente da comissão científica do congresso, José Eduardo Franco, em texto escrito para o semanário Agência ECCLESIA.
O especialista do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa diz ser de “toda a pertinência e importância a realização de um grande congresso internacional”, dedicado aos 500 anos da Ordem da Imaculada Conceição e à sua fundadora.
Os trabalhos vão ser abertos, pelas 09h00, pelo cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e o arcebispo de Évora, D. José Alves, presidente da comissão organizadora do congresso internacional.
A conferência inaugural vai ser proferida pelo historiador José Mattoso (Universidade Nova de Lisboa), que vai abordar o tema “O tempo de Santa Beatriz da Silva”.
A iniciativa, que terá como palco o auditório da Casa de Santa Clara, das irmãs concecionistas, pretende “trazer ao conhecimento do público em geral quem foi essa figura extraordinária de mulher do século XV”, explica D. José Alves, em entrevista ao Programa ECCLESIA.
Beatriz da Silva, nascida por volta do 1437 em Campo Maior, viveu desde os 14 anos em reclusão no mosteiro de São Domingos de monjas dominicanas, em Toledo (Espanha), onde, segundo Eduardo Franco, “ganha fama de santidade e modelo de vida espiritual”, juntando à sua volta outras mulheres.
“Do ponto de vista litúrgico, espiritual, organizacional e jurídico [Beatriz] planeia a constituição de um mosteiro que fará nascer uma ordem feminina com autonomia, com prerrogativas próprias e liberdade de escolhas, afrontando uma tendência de fazer depender as fundações monásticas femininas das regras e ordens masculinas”, refere o presidente da comissão científica do congresso internacional.
Santa Beatriz alcançou, em 1489, uma primeira aprovação papal para a sua comunidade monástica através da bula ‘Inter Universa’, do Papa Inocêncio VIII, mas só após a sua morte (1492), a Ordem da Imaculada Conceição obteria a bula fundacional ‘Ad Statum Prosperum’, no ano de 1511, com a assinatura do Papa Júlio II.
Segundo Eduardo Franco, “ tem-se assistido nas últimas décadas a um novo florescimentos dos mosteiros da Ordem da Imaculada Conceição tanto na Europa como fora do velho continente cristão, nomeadamente na América Latina”.
“Só no Brasil existem 18 mosteiros desta ordem. Em Portugal, existem duas comunidades refundadas no século XX. Uma em Campo Maior e outra perto de Viseu na Quinta do Viso”, precisa.
Beatriz da Silva foi canonizado pelo Papa Paulo VI a 3 de outubro de 1976.
JEF/OC
Fátima - Congresso internacional
«Não são suficientemente conhecidas»
a figura e obra de Santa Beatriz da Silva
Santa Beatriz da Silva foi a única mulher portuguesa que fundou uma ordem contemplativa. 500 anos depois, um congresso analisa a figura e o testemunho desta religiosa
Faleceu aos 55 anos, em Toledo, Espanha, ainda antes de ver a Regra da Ordem da Imaculada Conceição aprovada pelo Papa Júlio II (a 17 de Setembro de 1511). 500 anos depois, a ordem por si fundada possui dois mosteiros em Portugal, 18 no Brasil, além de outras casas. Cinco séculos depois a vida da fundadora e sua obra são tema de um congresso internacional.
«A Ordem da Imaculada Conceição não só sobreviveu às fortes crises políticas, ideológicas e sociais que marcaram a Europa e o mundo ocidental como também se difundiu por diferentes países da Europa, da América e da Ásia e continua a afirmar-se com pujança através de quase centena e meia de mosteiros», escreve o arcebispo de Évora no livro do congresso que se realiza a 14 e 15 de Outubro, em Fátima. «Quando, nos nossos dias, é frequente ouvir-se falar de crise da vida consagrada, a vitalidade desta ordem contemplativa não pode passar despercebida aos historiadores e aos estudiosos dos fenómenos sociorreligiosos», defende José Alves.
Em Portugal – diz o arcebispo metropolita de Évora - «não são suficientemente conhecidas nem a figura ímpar de Santa Beatriz da Silva nem a Ordem monástica por ela fundada». Por isso, ganha maior relevância este congresso internacional. Tanto no meio eclesiástico como no meio académico «se sente a necessidade de tornar mais conhecida a personalidade, a vida e a obra de Santa Beatriz da Silva, tendo em conta o contexto cultural, socio-político e religioso em que ela viveu», sublinha.
A atenção que este congresso internacional dedica à religiosa portuguesa (e que conta com o presidente da República a presidir à Comissão de honra), à ordem por si fundada e capaz de resistir durante cinco séculos são temáticas por explorar. «É uma honra que lhe é devida por ser portuguesa e, mais ainda, por ser mulher, sobretudo, se tivermos em conta que, no século XV, o papel social da mulher era muito inferior ao do homem e bem diferente do actual», escreve José Alves.
A maior expansão da Ordem da Imaculada Conceição deu-se no século XVI, com cerca de uma centena de fundações. Mas, a vinda para Portugal das Filhas de Santa Beatriz da Silva foi tardia e a sua presença manteve-se sempre discreta. Presentemente, são dois os mosteiros com comunidades residentes: o de Campo Maior, fundado por cinco monjas espanholas, em 1942, e o da Quinta do Viso, perto de Viseu, fundado a partir da Comunidade de Campo Maior, em 1970. Diferente é a situação no Brasil, onde existem, presentemente, 18 mosteiros da Ordem da Imaculada Conceição.
«Seria interessante investigar as causas destas assimetrias. Sendo portuguesa a fundadora, como se explica uma presença tão discreta da Ordem em Portugal, mesmo na actualidade?», questiona o arcebispo. Apesar de serem apenas duas, «as comunidades portuguesas são bastante jovens e acalentam esperança de crescimento», esclarece. José Alves aponta uma «renovada atracção pela vida contemplativa» para questionar se «será isso um bom sintoma para que demos crédito a quem vaticinou que o século XXI virá a ser o século do misticismo?».
Texto Lucília Oliveira
FÁTIMA MISSIONÁRIA onlaine
Coração Imaculado de Maria
Se souber olhar com olhos de fé para aquele Coração que tanto sofreu porque tanto amou, encontrará nele muita luz e muito conforto no meio das trevas e das tortura em que sua alma se encontra.
Não pense que a Santíssima Virgem trilhou na vida uma estrada de luz: deixou, sim, muita luz atrás de si, mas essa luz era produzida pela combustão da sua alma, queimada pelo fogo da tribulação. Teve horas amargas como ninguém, viu-se envolvida em tempestades medonhas, sem saber com delas havia de sair; mas sabia que o Pai celeste é bom, que não abandona os que nele confiam e crêem no seu amor, portanto confiava, cria no amor e saboreava humildemente a amargura da sua dor. O seu coração continuava fixo em Deus, e tanto bastava.
(Agosto de 1951)
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
arcebispo de Évora
in «Coragem e Confiança» pensamentos de orientação espiritual, pg. 63

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Congresso assinala 500 anos da Ordem da Imaculada Conceição
Iniciativa pretende homenagear fundadora da Ordem, Santa Beatriz da Silva, e dar a conhecer o dinamismo e vitalidade das irmãs concepcionistas
No âmbito dos 500 anos de aprovação da Regra da Ordem da Imaculada Conceição, a arquidiocese de Évora vai promover um congresso internacional em Fátima sobre a fundadora da congregação, Santa Beatriz da Silva.
A iniciativa, que terá como palco o auditório da Casa de Santa Clara, das irmãs concepcionistas, entre 14 e 16 de outubro, pretende “trazer ao conhecimento do público em geral quem foi essa figura extraordinária de mulher do século XV”, explica D. José Alves.
Em entrevista ao Programa ECCLESIA desta segunda-feira, o arcebispo eborense apresenta a religiosa portuguesa como alguém que “bebeu dos seus familiares uma grande devoção à Imaculada Conceição”.
Nascida em Campo maior, em 1437, no seio de uma família cristã profundamente influenciada pelo espírito franciscano, Beatriz da Silva tinha 10 anos quando foi colocada como dama de honor da infanta D. Isabel de Portugal, na corte de Castela.
Foi nesse contexto que, ao tomar contacto com experiências de subjugação e violência sobre as mulheres no matrimónio, decidiu enveredar pela vida consagrada, entrando no Mosteiro de São João das Monjas Dominicanas, em Toledo, onde permaneceu cerca de 30 anos.
Em 1484 fundou um instituto que tomou o título da Imaculada Conceição de Nossa Senhora (Concepcionistas), e alcançou uma primeira aprovação em 1489, através do Papa Inocêncio VIII.
A aprovação da Regra da Ordem, que consagrou definitivamente o perfil religioso da única grande congregação contemplativa portuguesa, aconteceu em 1511, pela mão do Papa Júlio II.
Recorrendo a uma abordagem científica, com o apoio de diversas universidades e especialistas em história religiosa, o congresso intitulado “Santa Beatriz da Silva, estrela para novos rumos” permitirá avaliar a influência da espiritualidade mariana na Ordem da Imaculada Conceição, a partir da sua fundadora.
Outro dos objetivos será avaliar o papel e influência da Ordem, em articulação com outras congregações religiosas, na História de Portugal e da Europa.
D. José Alves sublinha que, “ao contrário do que alguns possam imaginar”, o dinamismo e vitalidade que sempre caracterizou a ação das irmãs concepcionistas não se perdeu nos dias de hoje.
“Tem 155 mosteiros ativos, na Europa, na América e na Ásia, cerca de 3 mil religiosas espalhadas pelo mundo e muitas vocações. Aqui o mosteiro de Campo maior tem três jovens da nossa diocese, uma de Beja e outra do Patriarcado de Lisboa”, realça.
Para além das instalações situadas na diocese de Évora, as irmãs concepcionistas têm ainda outro mosteiro em território português, na Quinta do Viso, diocese de Viseu.
PTE/JCP
cf. 11 out 2011 (Ecclesia)


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

D. José Francisco Sanches Alves
entrevistado no Programa «Ecclesia» de hoje
O Arcebispo de Évora será o entrevistado no Programa «Ecclesia» de hoje, emitido pela RTP2 e que vai para o ar às 18h00.
Na entrevista, D. José Alves apresenta os projectos da Arquidiocese e o Congresso Internacional sobre Santa Beatriz da Silva que decorrerá em Fátima, de 14 a 16 de Outubro.
cf. Departamento de Comunicação Social da Arquidiocese de Évora