"...brilhe a vossa luz diante dos homens,
de modo que, vendo as vossas boas obras,
glorifiquem o vosso Pai, que está no Céu."
(Mt 5, 16)

São vários os cristão alentejanos,
ou com profunda relação ao Alentejo,

que se deixaram transformar pela Boa Nova de Jesus Cristo
e com as suas vidas iluminaram a vida da Igreja.
Deles queremos fazer memória.
Alguns a Igreja já reconheceu como Santos,
outros estão os processos em curso,

outros ainda não foram iniciados os processos e talvez nunca venham a ser…
Não querendo antecipar-nos nem sobrepor-nos ao juízo da Santa Mãe Igreja,
queremos fazer memória destas vidas luminosas.

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Madre Imaculada
monja Concepcionista
do Mosteiro de Campo Maior

Queremos falar de alguém que foi uma das fundadoras do Mosteiro da Imaculada Conceição de Campo Maior: a Madre Imaculada. Saiu da Comunidade Concepcionista de Villafranca del Bierzo (Espanha), com o sonho de fundar um mosteiro em terras portuguesas, na vila de Campo Maior, berço da nossa santa Madre Beatriz.
A Madre Imaculada, de carácter alegre, aberto, compreensivo, próximo e determinado fez dela uma grande figura comunitária. Mas, principalmente, foi uma alma sedenta de Deus. Ela deixou-nos por escrito a sua experiência de Deus. Deixe-mo-la falar: “Pai meu, Papá, sou toda Vossa. Toda... A alma com as suas potencias... criada à Vossa Imagem e Semelhança. Que esta imagem nunca se apague em mim, Padre querido,... O corpo com todos os meus sentidos... Toda Vos pertenço... Toda... Toda... Para quê dizer-Vos mais, se Vós estais dentro de mim. Vós, meu Deus querido, haveis-me criado à Vossa Imagem e Semelhança.
Em vossas mãos, meu Padre, estou em todos os momentos, em todos os instantes desta vida, que misericordiosamente me haveis concedido. Em o todo momento, quero estar orando com as palavras: ‘Papá, entrego-me inteiramente. Confio-me a Vós, Jesus, meu Redentor. Espírito Santo, queimai tudo o que não está conforme com a Vossa divina vontade’. Não consigo dizer-Vos o que sinto. Vós o sabei ... Vós sabeis tudo... No me deixeis só... tenho medo da minha pobreza, da minha grande miséria... Perdoai-me, Papá...Se Vós estais comigo, a quem hei-de a temer? Em vossas mãos, em vosso Divino Coração, me abandono...
Quero estar em todos os instantes do dia e da noite, em todos os minutos e segundos da minha vida a Vosso lado, Mãe querida. Mamã, não permitais que me separe de Vós e de tudo o que o Pai querido me tenha destinado neste desterro."
In Boletim «Contemplación y Vida» da Federação Bética da Ordem da Imaculada Conceição, nº 18, Julho de 2011, pg. 4
(tradução do Espanhol ao Português da responsabilidade de autor deste blog)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

monsenhor
João Luís de Carvalho

Presbítero da Arquidiocese de Évora,
Fundador da Obra de São José Operário
e do Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas
Nascido a 1 de Junho de 1909, na localidade de Figueiredo, concelho da Sertã, diocese de Portalegre-Castelo Branco, entrou no Seminário Maior de Évora em 1924, tendo concluído a sua formação académica na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, onde se doutorou em Filosofia e se licenciou em Teologia e Direito Canónico, respectivamente.
No dia 28 de Outubro de 1934, na Capela do Colégio Inglês, em Roma, recebeu a ordenação sacerdotal por Sua Eminência, o Senhor Cardeal D. Francesco Marchetti-Selvaggiani, então Vigário-Geral do Santo Padre para a cidade de Roma, ficando ao serviço da Arquidiocese de Évora.
Nomeado Cónego da Basílica Metropolitana de Évora, em 1937, foi também Professor, Prefeito e Vice-Reitor do Seminário Maior de Évora, Pároco da Sé entre 1938 e 1951, Pároco de São Mamede de 1951 a 1982 e Administrador Paroquial da Freguesia de Nª Srª de Machede, de 1986 a 1988.
No dia da sua tomada de posse na Paróquia de São Mamede, viria a receber o título de Prelado Doméstico de Sua Santidade (Monsenhor), como “presente” do 17º aniversário da sua ordenação sacerdotal.
Nomeado, em 1961, por Breve de Sua Santidade o Papa João XXIII, Arcediago do Cabido da Basílica Metropolitana de Évora, viria também a desempenhar a função de Tesoureiro-Mor do supra-dito Cabido.
Fundou, em 1957, o Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas e a Obra de São José Operário, Fundação de Solidariedade Social sediada na Rua das Fontes, 3-A, em Évora, e cuja acção sócio-caritativa se estende actualmente às localidades de Évora, Nª Senhora de Machede, São Miguel de Machede e Montoito.
De entre as inúmeras acções pastorais que desempenhou com enorme humildade e zelo reconhecido por todos, destaca-se a de Professor de Moral na Escola do Magistério Primário e de Assistente Espiritual da Junta Diocesana da Acção Católica e dos diversos organismos da mesma, sucedendo, neste âmbito, a D. Francisco Maria da Silva, Arcebispo de Braga.
Depois de um longo percurso de sofrimento, viria a falecer serenamente, no dia 16 de Novembro de 1991, na Casa de São José Operário, em Évora, com fama de santidade.
Foi-lhe atribuída, na toponímia do Bairro do Granito-Sul (Évora), em 15 de Maio de 2002, uma Praceta com o topónimo: “Dr. João Luís de Carvalho”.
Foi ainda aprovada, em reunião camarária de 25/10/2006, para a Urbanização “Cerca de Santa Mónica”, o topónimo: “Rua Monsenhor João Luís de Carvalho”.
(Fonte: FacebooK do Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Maria Silvéria Ferro de Oliveira
Co-Fundadora do Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas
Nasceu em Montemor-o-Novo, no dia 4 de Julho de 1927.
Depois de alguns anos de contacto com o Monsenhor João Luís de Carvalho, sacerdote do presbitério Eborense, Fundador do Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas e da Obra de São José Operário, descobre o ideal de servir a Cristo nos irmãos mais pobres e decide consagrar-se inteiramente a Deus e à Igreja, no dia 31 de Julho de 1951, sob o lema do Cenáculo: “Sempre prontas para servir”.
Dedicou-se, de alma e coração, aos movimentos juvenis da Acção Católica e, especialmente, à Obra fundada com a sua estreita e directa colaboração.
Foi um testemunho digno de caridade, abnegação, generosidade, piedade e entrega.
Faleceu súbita mas serenamente na tarde de 17 de Março de 2008 e foi sepultada a 19 de Março, dia consagrado a São José.
(Fonte: FacebooK do Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas)

domingo, 7 de novembro de 2010

Padre Bento Fernandes sj
mártir de Nagasaki no Japão
Nasceu em Borba, no ano de 1579, filho de Miguel Fernandes e de Isabel Affonso. Professou na Companhia de Jesus em 22 de Março de 1596, e em seguida partiu para Roma onde estudou Filosofia e Teologia.
Voltando a Portugal aqui se demorou algum tempo, até que resolveu passar ao Japão como missionário, para lá embarcou em 25 de Março de 1602, com 58 religiosos de que era superior Alberto Laercio.
Após muitos anos de trabalhos e privações, Bento Fernandes foi preso em Nagasaki, como desobediente à lei do império que proibia a propaganda da religião cristã, e, intimado a abjurar a Fé, recusou-se corajosamente a fazê-lo; pelo que foi posto a tormentos. Assim morreu em martírio no dia 2 de Outubro de 1633, com 54 anos de idade.

(cf. Pe. António Joaquim Anselmo, "O concelho de Borba - Topographia e história", 3ª Edição da Câmara Municipal de Borba, Borba, 1997, pgs. 107-108)

terça-feira, 16 de março de 2010

Oração para devoção privada
Deus Pai misericordioso que enchestes de amor o coração do vosso servo Padre José Flausino, para que entregasse sem reservas a sua vida aos outros, como pároco dedicado, fazei que eu saiba também, encontrar-Vos e servir-Vos naqueles que estão ao meu lado; particularmente nos que sofrem no corpo ou na alma. Dignai-vos glorificar o vosso servo José Flausino e conceder-me por sua intercessão o favor que Vos peço... (peça-se). Ámen
Pai Nosso..., Avé Maria... e Glória ao Pai...
(Com autorização da Autoridade Eclesiástica)
Roga-se a quem obtiver graças pela intercessão do Padre José Flausino que as comunique ao Pároco de Lavre.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

P. José Flausino
presbítero da Arquidiocese de Évora

“Passou fazendo o bem”

Nasceu a 14 de Novembro de 1913 na freguesia de Couço, concelho de Coruche, distrito de Santarém e Arquidiocese de Évora. Frequentou os Seminários da Arquidiocese de Évora e foi ordenado sacerdote a 10 de Agosto de 1937, tendo falecei em Montemor-o-Novo, aos 71 anos, a 3 de Setembro de 1985, repousando a seu pedido no cemitério de Lavre.
Procurando sempre seguir de perto a Jesus Cristo seu Mestre e viver na Sua intimidade, o Padre José Flausino deixou atrás de si, nas terras onde trabalhou, um rasto de luz, de bom exemplo e constante preocupação de a todos amar e servir. A simplicidade, a pobreza e desinteresse pelos bens terrestres, não impediram o seu desejo de a todos ser útil, nem a sua especial predilecção pelas criancinhas do Centro Social Paroquial de Santo António, que fundou em Lavre e que alimentava trabalhando dia e noite para que nada lhes faltasse. Aos doentes e velhinhos dedicava particular atenção e cuidado.
Os perto de 3.000 adultos que preparou gratuitamente para o Exame da 4ª Classe e mesmo dos Cursos Preparatório e Secundário ficaram sendo o melhor testemunho dos seus ideais e dos seus sentimentos.
Por fim, valorizando-se aos olhos de Deus, antes de partir desta vida juntou aos seus trabalhos incansáveis e virtudes adquiridas, a riqueza espiritual de um prolongado sofrimento físico e moral, para melhor se parecer com o seu Senhor crucificado e abandonado. Deus assim o distinguiu com a Sua predilecção e finalmente chamou-o a Si em 3 de Setembro de 1985. As suas últimas palavras ditas ao confessor foram: "A vida de Sacerdote na terra é passar, sofrer e compreender!"
Em 1983 aderiu ao Opus Dei, através da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, procurando uma ajuda para a sua formação espiritual pessoal. Junto de Deus vela pelo seu Povo e a todos continua a chamar para o Caminho da Verdade, do Bem e da Eterna Salvação.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

monsenhor
João Luís de Carvalho
presbítero da Arquidiocese de Évora
Datas importantes da sua vida
1.Junho.1909 - Nascimento em Figueiredo (Sertã)
?.Setembro.1925 - Chegada à arquidiocese de Évora. Entrada no Seminário Menor de São José de Vila Viçosa.
19.Novembro.1929 - Partida para Roma a fim de frequentar a Pontifícia Universidade Gregoriana, doutorando-se em Filosofia e licenciando-se em Teologia.
28.Outubro.1934 - Ordenação de presbítero, na Capela do Colégio Inglês, em Roma.
29.Outubro.1934 - Celebração da sua Missa Nova, na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma.
12.Setembro.1935 - É nomeado Prefeito e Professor do Seminário Maior de Nossa Senhora da Purificação de Évora.
2.Abril.1937 - Nomeado cónego da Sé Metropolitana de Évora.
3.Abril.1937 - Nomeado Vice-reitor de Seminário Maior de Nossa Senhora da Purificação de Évora.
24.Outubro.1938 - Nomeado Pároco da freguesia da Sé e comunidades rurais periféricas. Assistente dos Organismos da Acção Católica e da Junta Diocesana.
?.?.1948 - Funda a Casa de Santa Zita, em Évora. A doença agrava-se.
21.Outubro.1951 - Despede-se dos seus paroquianos da freguesia da Sé.
28.Outubro.1951 - Dá entrada como pároco na freguesia de São Mamede e recebe o título de Prelado Doméstico de Sua Santidade - Monsenhor - como prenda do seu 17º aniversário de ordenação sacerdotal.
?.Fevereiro.1954 -Funcionamento da Obra de São José na casa da Rua das Fontes, nº 3. Começa a sofrer de diabetes.
22.Setembro.1957 - Funda a Obra de São José Operário a qual entra em funcionamento na Rua de São Mamede, nº 20, em Évora. Elabora os primeiros Estatutos da Obra.
19.Março.1958 - Aprovação dos primeiros Estatutos da Obra de São José. Funda o Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas e elabora os primeiros Estatutos.
21.Maio.1961 - Aprovação dos primeiros Estatutos do Cenáculo e erecção canónica como Pia União.
1.Maio.1967 - Operação à próstata, no Hospital de Jesus, em Lisboa. Sofrimento intenso.
1978/1979 - Orienta as obras de restauro a ampliação da zona infantil e da Terceira Idade, na Rua das Fontes em Évora.
1.Maio.1980 - Anima a inauguração da zona infantil da Casa.
?.?1982 - Despede-se dos paroquianos de São Mamede, devido ao agravamento do seu estado de saúde.
8.Dezembro.1984 - Sobrevem-lhe um bloqueio cardíaco. às portas da morte...
1982-1986 - Paroqueou temporáriamente a freguesia de Nossa Senhora de Machede onde viria a fundar uma Casa da Obra de São José Operário.
12.Maio.1990 - Presente na inauguração do Centro de Montoito.
16.Março.1991 - Benção da casa de São José, em Nossa Senhora de Machede, por D. Maurílio de Gouveia. O monsenhor esteve presente.
27.Junho.1991 - Submeteu-se a um TAC. Começou da sua última via dolorosa...
16.Novembro.1991 - Adormeceu serenamente, no Senhor.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

monsenhor João Luís de Carvalho
1.Junho.1909 a 16.Novembro.1991
membro do presbitério Eborense
fundador do Cenáculo das Cooperadoras Apostólicas
e da Obra de São José Operário
1º centenário do seu nascimento

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

"Nunca deixes, Senhor,
que eu Te abandone.
Só Tu me podes encher.
Só Tu podes fazer-me feliz
e saciar a minha alma
e o meu coração
e todo o meu ser.
Que seja tua, Senhor,
cada vez mais
e para sempre!"

Irmã Maria Helena Branco ocso

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Irmã Maria Helena Branco ocso
Sede de Deus
Foi o primeiro fruto de Santa Maria de Marana-tha.
Nasceu a 9 de Dezembro de 1965, em Castelo Branco.
Viveu na cidade de Elvas, durante a adolescência, onde sua mãe era professora.
Entrou no próprio dia da fundação de Santa Maria de Marana-tha, a 15 de Agosto de 1989, abraçando a vida do seu mosteirinho até às últimas consequências: "Aqui, em Santa Maria de Marana-tha [tratava-se de uma pequena casa provisória] não há sinos a tocar de madrugada, não há melodias «angélicas» que elevam a alma à união com o ETERNO. Aqui não há tudo isso… mas há o ESSENCIAL, porque há DEUS, e DEUS faz-Se sentir quase palpável: em situações, em circunstâncias, em pessoas concretas, na caridade fraterna vivida dia-a-dia […] sem sinos, sem cantos, sem claustros. Deus não Se importa, porque para Ele isso não é o Essencial; Ele só precisa do nosso coração e nós só precisamos de Deus! E o nosso grito é Marana-tha. Vem, Senhor Jesus! É isso o ESSENCIAL!" - assim escrevia ela ao terminar o seu Noviciado, em 1992. Inteiramente orientada para Deus, dela irradiava paz, doçura, compreensão, alegria… O sorriso era-lhe habitual, mesmo quando a dor batia à porta. Quatro anos e meio em Santa Maria de Marana-tha bastaram à Irmã Maria Helena para realizar em plenitude o que se lê no livro da Sabedoria: "Amadurecida em pouco tempo… atingiu a plenitude de uma vida longa" (4,13). Acabava de fazer 28 anos quando o seu estado de saúde se agravou assustadoramente. Heróica no sofrimento, no meio de dores incessantes, falava do céu, da eternidade com Deus, como realidades ardentemente desejadas. A sua experiência de Deus levara-a até aí. Por isso se entregou sem reservas, serenamente, nas mãos do Pai. Adormeceu em paz, estendendo as asas rumo à eternidade, na madrugada de 1 de Fevereiro de 1994. Convertia-se em verdade a sua oração:
"Nunca deixes, Senhor, que eu Te abandone.
Só Tu me podes encher.
Só Tu podes fazer-me feliz
e saciar a minha alma e o meu coração
e todo o meu ser.
Que seja tua, Senhor, cada vez mais e para sempre!"
(fonte: cf. página Web da Trapa de Santa Maria de Marana-tha)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

António (ou João) do Cano,
franciscano, mártir no Brasil
Frei António do Cano, viveu no século XVIII, era natural da Vila de Cano,
na época sede de concelho e na actualidade freguesia do concelho de Sousel, distrito de Portalegre e arquidiocese de Évora.
Professou na Ordem dos Frades Menores e partiu para o Brasil como missionário.
Deu o testemunho cristão mais radical através do martírio, no Grão Pará, por ódio à fé.
Há quem afirme que o nome do mártir Canense é João e não António.
Frei António faz parte do grupo de 19 sacerdotes naturais da Vila de Cano (de 1575 a 1964) e que consagraram as suas vidas ao serviço do Evangelho, quer no clero diocesano, quer em variadas famílias religiosas (Jesuitas, Ordem de Avis e Franciscanos, por exemplo).
Estes são os únicos elementos que, por enquanto temos, deste ilustre e corajoso alentejano. A seu tempo e caso se justifique, publicaremos mais informações sobre este franciscano Canense.
(Texto: Padre Marcelino José Moreno Caldeira, pároco da Vila de Cano)