"...brilhe a vossa luz diante dos homens,
de modo que, vendo as vossas boas obras,
glorifiquem o vosso Pai, que está no Céu."
(Mt 5, 16)

São vários os cristão alentejanos,
ou com profunda relação ao Alentejo,

que se deixaram transformar pela Boa Nova de Jesus Cristo
e com as suas vidas iluminaram a vida da Igreja.
Deles queremos fazer memória.
Alguns a Igreja já reconheceu como Santos,
outros estão os processos em curso,

outros ainda não foram iniciados os processos e talvez nunca venham a ser…
Não querendo antecipar-nos nem sobrepor-nos ao juízo da Santa Mãe Igreja,
queremos fazer memória destas vidas luminosas.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"A Eucaristia, Sacramento Augusto, em que o Deus vivo se encontra no meio de nós, é chamada por excelência, o mistério da fé, e é também a expressão suprema da caridade de um Deus, que se imola por nós e neste Sacramento nos irmana pela participação da sua mesma vida."
Antologia de Pensamentos
do Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos,
1977, pg. 71

sábado, 30 de julho de 2011

“… seja… uma lâmpada viva,
arda e consuma-se em honra do prisioneiro divino,
mas tão silenciosamente
que ninguém dê por isso.”

Servo de Deus

D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora
Carta escrita em Agosto de 1932,
in “Coragem e Confiança", pg. 10

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Na Escola de Madre Isabel
"...brilhe a vossa luz diante dos homens, de modo que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai, que está no Céu" (Mt 5, 16). Esta frase de São Mateus, pode ajudar-nos a entender o porquê da santidade na vida da Igreja. Por um lado, glorificar a Deus pelas maravilhas que realiza na vida daqueles que são dóceis e acolhem a Sua Vontade. Por outro lado, apresenta-nos vidas de homens e mulheres, como nós, sujeitos às mesmas dificuldades, tentações, alegrias e tristezas, realizações e fracassos… que acolheram e se deixaram conduzir por Deus e deixaram um rasto de luz. Se aprendermos deles, também em nós Deus poderá realizar coisas grandes, também nós podemos deixar um rasto de luz.
Em Madre Isabel, vejo claramente e duma forma profética, a realização daquele apelo do venerável Papa João Paulo II, no início do Terceiro Milénio: mais do que “falar” de Deus, “mostrar” Deus: “…sem se darem conta, pedem aos crentes de hoje não só que lhes «falem» de Cristo, mas também que de certa forma lh'O façam «ver». E não é porventura a missão da Igreja reflectir a luz de Cristo em cada época da história …?” (João Paulo II, Novo Millennio Ineunte, 16)
Como no tempo de Jesus, a Humanidade de hoje “procura” (cf. Mc 1, 37) e “tem sede” de Deus. E, mesmo que disso não tenha consciência, precisa e quer que os discípulos de Jesus lhe mostrem o Senhor. Como Tomé, só acredita se vir, na vida dos discípulos, as marcas do Ressuscitado. Que ela, a Humanidade O reconheça, com Ele se encontre e pelo Seu Amor se deixe tocar, é um dos apelos mais profundos que brotam no coração de Madre Isabel: “…os pecadores se convertam, os tíbios se afervorem e os justos se santifiquem cada vez mais e Vos amem com todo o ardor do seu coração…” (Madre Isabel).
Madre Isabel não perdeu tempo, teve pressa e deixou ecoar no coração e na vida a palavra do Apóstolo Paulo: “Este é o tempo favorável, este é o dia da salvação” (2 Cor 6, 2). Lançou-se na “Divina Aventura” de MOSTRAR JESUS, com a vida: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20), a Serva de Deus percebeu que, a sua vida não se podia confundir com a daqueles que colocavam Deus à margem.
Madre Isabel, recebeu de Stª Beatriz uma forma muito concreta de tornar visível aos olhos dos demais, o amor de Deus e de crescer na santidade. Essa forma é MARIA: "Maria apenas tem conhecimento da Vontade do Criador submete-se, não calculando as consequências .... A Vontade do Senhor é a sua. Não pretende saber o que dela resultará, quais as alegrias que daí advirão... O amor tudo simplifica... Tal é o caminho que deve tomar a Irmã Concepcionista ao Serviço dos Pobres, tal é a vocação especial a que Deus a chama: seguir as pisadas de Maria" (Madre Isabel).
Sempre que penso na vida de Beatriz e de Isabel, com frequência me vem à memória uma frase de São Paulo aos Gálatas, mas com uma pequena adaptação: Já não sou eu que vivo, mas é … Maria que vive em mim (cf. Gl 2, 20). Reproduzindo Maria nas suas vidas, Isabel e Beatriz, testemunharam Jesus Cristo de uma forma assombrosa, pois Maria vive em função de Jesus, de O dar e para todos a Ele levar. Assim o viveram e fizeram estas duas extraordinárias alentejanas. Na Escola de Madre Isabel, aprendemos, da Virgem “Cheia de Graça” (cf. Lc 1, 28) a amar a virtude e a detestar o pecado, por mais leve e insignificante que seja. Na Escola de Madre Isabel, aprendemos a verdadeira devoção à Virgem Imaculada, que consiste na firme e inviolável adesão à Senhora vestida de sol, coroada de estrelas e com a lua debaixo dos pés (cf. Ap 12, 1). Aprendemos a conformar a nossa maneira de viver com a da Mãe de Deus, a ser outra “pequena Maria”, a “gerar” Jesus e dá-L’O ao mundo. E isto, acolhendo gozosamente o pedido de Maria em Caná da Galileia, "«Fazei o que Ele vos disser!»” (Jo 2, 5), vivendo «DA» e «NA» Vontade de Deus.
É difícil reter e colher completamente o trabalho da Graça na vida da Serva de Deus. Todavia, há algumas características, que me parecem podem retractar, com mais precisão, a vida desta mulher forte e completamente abrasada pelo amor de Deus. Características com as cores e o perfume de Maria, a Imaculada, a “Totta Pulcra”. O Testamento Espiritual de Madre Isabel pode introduzir-nos suavemente na sua Escola, na sua forma de “DAR” Jesus há Humanidade. Forma essa que, lhe foi plantada no coração pelo Espírito Santo.
P. Marcelino José Moreno Caldeira
In «Seara dos Pobres», nº 58 – Abril/Maio/Junho – ano 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Abandono completo
... procure viver um abandono cada vez mais completo, pronta para tudo, sem perguntar o que está para vir. Venha o que vier, a sua alma está pronta, e não deseja outra coisa. Esta imolação íntima, esta entrega total dá ao Rei de Amor uma grande consolação. É a tradução prática do que dizemos no Padre Nosso: «seja feita a vossa vontade».
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora

in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 93

quinta-feira, 24 de março de 2011

Boa penitência...
Boa penitência fará se souber levar com muita calma e com os olhos em Deus as pequenas e grandes contrariedades de cada dia, oferecendo tudo ao Senhor em espírito de reparação. Seja o seu modelo constante a Santíssima Virgem em Nazaré.
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora

in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 108

segunda-feira, 14 de março de 2011

Nestes dias da Quaresma dois assuntos nos devem ocupar: Jesus na sua paixão e a Virgem das Dores. Estas duas imagens devem estar diante dos nossos olhos, nas nossas almas (...) e não cessemos de os contemplar com fé viva, amor ardente e compaixão terníssima. Quanto conforto e vigor não receberá o nosso espírito à vista do Homem Deus em tamanha objecção e desprezo por amor de nós.
Serva de Deus
madre Maria Isabel da Santíssima Trindade
fundadora das Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres
"«Lembrai-Vos sempre» escritos - carisma - espiritualidade",
Editorial Franciscana, Braga, 1995, pg 92.

domingo, 13 de março de 2011

Óptimo jejum quaresmal: união com Deus
Procure compensar o jejum esforçando-se por santificar a quaresma por meio duma união mais íntima com Deus; não pense que essa união consiste em sentir consolação interior, em gozar da presença amorosa do Senhor, em não ter tentações; tudo isto são graças que Deus pode conceder é certo, mas que muitas vezes recusa às almas que o amam. Essa união consiste num desejo sincero de fazer a vontade de Deus, no abandono incondicional a essa vontade e na aceitação filial do que Ele quiser mandar. Saiba contrariar de vez em quando a sua vontade e aceitar com amor as contrariedades. Assim, mesmo sem jejuar, fará uma bela quaresma. Coragem e confiança!
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora
in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 110-111

quarta-feira, 9 de março de 2011

... a Quaresma é tempo de penitência, e na hora que passa bem necessária é a penitência para reparar tantos desmandos que por aí vão. ... por exemplo abster-se de doces, suportar a sede por algum tempo, deixar uma iguaria mais agradável por outra menos agradável, e outra coisa semelhante. ... é grande penitência a série de contra-tempos por que vem passando: procure suportá-los com os olhos em Deus, perdoando a quem a faz sofrer, e com isso terá santificado bem a sua Quaresma.
(Março de 1944)
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos

Arcebispo de Évora

domingo, 6 de março de 2011

“Quis Deus que, embora de todo indigno, eu fosse o vosso pastor. Não olheis à minha humilde pessoa, que nada merece, mas à autoridade que Deus em mim depositou e crede que a mandar eu prefiro obedecer, a impor eu prefiro pedir. Quando alguma vez vos bata à porta, eu venho pedir-vos em nome da Igreja o cumprimento da vossa promessa; e se vos pedir um sacrifício, é por ela, por Jesus Cristo que vo-lo pedirei. Eu recordo que o Apóstolo S. Pedro me manda estar no meio de vós não como quem manda, mas como quem de todo o coração ama o seu rebanho. Se por mim eu puder desempenhar uma missão que exija sacrifício, crede que nunca a alijarei sobre qualquer de vós. Terei de mandar, sim: não porém pelo gosto de mandar, mas porque tenho de obedecer ao Pastor eterno que me mandou apascentar o seu rebanho, de que vós, sacerdotes, sois a porção escolhida. “ (…) O segredo da nossa força é a assistência divina, é a energia que vem do alto, é a graça do Espírito Santo, que alenta a Igreja.”
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Só no amor se é fiel
e só na fidelidade
se prova o amor…

No passado dia 20 de Novembro, as Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres, celebraram, em Fátima, o cinquentenário do Testamento Espiritual de Madre Maria Isabel da SS.ma Trindade. Presidiu à Eucaristia o Senhor D. Augusto César, Bispo Emérito de Portalegre e Castelo Branco. Partilhamos com os nossos leitores uma parte da homilia, então proferida.

O ‘Testamento Espiritual’ de Maria Isabel da Santíssima Trindade constitui um ‘canto e um ‘encanto’. Como canto, expande o que ela sente no coração: louvor e gratidão ao Senhor, que atrai, chama e envia. E como encanto põe os olhos da confiança na Senhora Imaculada e na sua atitude de ‘Serva humilde’; a seguir, familiariza-se com a simplicidade e o despojamento de Francisco de Assis e, como ele, dispõe-se a servir os pobres.
Em termos de análise, olhemos para o texto e ponhamos a descoberto o que melhor define, relativamente ao essencial.
Primeiramente, o conceito duma ‘herança’: o coração de Maria Isabel, atento ao sofrimento dos pobres, inspirava compaixão e vontade de os servir, partilhando mesmo a sua sorte. Isto, à imagem do que fizera Jesus: Junta-se com os publicanos e pecadores, e comia com eles. Enquanto assim pensava, sentia no seu interior, o despertar dum desejo que atraía até à consagração. Pois, quando nos deixamos conduzir pela fé, não abrimos as portas do egoísmo nem
fazemos parceria com o medo. Antes, confiamos na palavra de Jesus: “Eu estarei convosco até ao fim dos tempos”!
Passemos agora ao carisma: trata-se de um impulso interior, ungido de inspiração, que desabrocha ao sabor do discernimento e da oração … e que abre caminho ao apostolado e à confiança. Todavia, nos tempos que correm, surgem alguns obstáculos que desgastam o carisma ou vão tolhendo os seus frutos. Por exemplo: a ‘autonomia’ muito apetecida e cultivada pela moda e pela comunicação social… o ‘individualismo’ susceptível de abrir caminho ao egoísmo e a alguma singularidade nada benéfica, em comunidade… e o ‘capricho’ com manifestações excêntricas e arrogantes.
Finalmente, demos ouvidos à exortação: trata-se dum alento de fé, que vale também como súplica da última hora. A Fundadora antevê um esforço fecundo pela graça de Deus; e sabe que a sua vida é um quase testemunho sacramental. Por isso, faz um apelo amoroso e vigoroso à vigilância e à fidelidade; pois, sabe que se houver quebras ou regateio na obediência e na fraternidade, pode haver ruptura, como aconteceu com o povo de Israel. E, embora S. Paulo diga que se formos infiéis, Deus permanece fiel… e que se desistirmos, Ele nunca desiste… A Fundadora assenta a exortação na necessidade da verdade na linguagem… da humildade e simplicidade no procedimento… e da gratidão na relação com Deus e com as companheiras e superioras. E põe em evidência o modelo da Sagrada Família, para que nada quebre a boa harmonia comunitária e a responsabilidade. Quer dizer: só no amor se é fiel e só na fidelidade se prova o amor.
Maria Isabel da Santíssima Trindade expressa, deste modo sereno, embora inflamado, o que lhe vai na alma. E porque sente que tudo é dom e é graça, pede às suas filhas espirituais que se esforcem por ser fiéis e generosas… fraternas e cheias de confiança… amantes do recolhimento e do silêncio… desprendidas e laboriosas… e sempre de mãos dadas com a oração. Depois olhando para o céu, numa atitude confiante e atraente, diz às suas filhas que as leva no coração, para que não se sintam órfãs nem dispersas por causa do trabalho e das dificuldades. O serviço dos pobres será o grande objectivo das suas vidas e a santidade o melhor meio de o conseguir.
Demos todos juntos graças a Deus!
+ Augusto César
Bispo Emérito da Diocese de Portalegre e Castelo Branco
in «SEARA DOS POBRES», nº 57 - Janeiro/Fevereiro/Março - ano 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

«Não podeis servir a Deus e ao dinheiro»
(Mt.6,24)

Um dia, Madre Isabel pronunciou esta frase, que nos deixou em herança: «Fiz-me pobre para privilegiar os pobres». Nesta expressão ficou expresso e encarnado o pensamento de Cristo, que o Evangelista Mateus reproduziu, e faz o título desta reflexão. De facto, assim como não é possível servir a dois senhores, ou seja, a Deus e a tudo o mais que nos possa impedir de O servir, assim também não é possível sentir e viver os problemas dos pobres, se não vivermos como pobres. Para podermos privilegiar os pobres, de entre todos os seres humanos que amamos e servimos, e sabermos o que significa, verdadeiramente, viver em pobreza, precisamos de a sentir e fazer nossa, no nosso quotidiano pessoal.
A pobreza, porém, não é um objectivo a alcançar, por si mesma. Ela tem uma importância enorme, como caminho para o amor fraterno. A propósito, o Autor dos Provérbios deixou-nos este lindo pensamento: «Mais vale um prato de legumes, com amor, do que um vitelo gordo com ódio» (Pr.15,17). Não é, de facto, por muito possuirmos que somos felizes, embora saibamos que «para o pobre, todos os dias são maus» (Pr.15,15). E estas duas coisas têm de estar presentes em nossa vida: não nos afeiçoarmos aos bens deste mundo; e viver, em total empatia com quem não tem o necessário para ter uma vida digna. Daí a necessidade de nos fazermos pobres e de privilegiarmos os pobres na nossa acção. Para podermos aproximar-nos eficazmente dos pobres, não podemos ter uma vida muito diferente da deles. Os pobres precisam de captar o nosso amor através do nosso testemunho de vida desprendida dos bens deste mundo, a fim de poderem receber de nós o exemplo de quem acredita que a maior riqueza não vem da posse dos bens, mas do único Bem que é Cristo, e do amor com que Ele nos ama.
Nestes tempos, em que vivemos, não faltam casos de miséria e de verdadeira necessidade que se cruzam, nos caminhos da vida, com pessoas que mais pensam em si e nas suas comodidades e bem-estar, do que nas carências dos que não têm um mínimo indispensável para viver com alguma dignidade. Há situações gritantes que clamam mais justiça e mais amor. Precisamos, hoje, de pobres, que privilegiem os pobres!
O exemplo da Madre Isabel pode e deve ser um estímulo para aqueles que querem seguir, de perto, a Jesus Cristo que se fez pobre com a nossa pobreza para nos enriquecer com a sua riqueza. Somos todos chamados a partilhar com os irmãos a riqueza de Cristo que é o amor. O que nos há-de levar a essa partilha será sempre o amor. Mas o melhor modo de amar passa pelo exemplo de vida, que tem uma forma privilegiada de se exprimir: ser pobres, livremente, e por virtude, para aliviar a pobreza daqueles junto dos quais exercemos a nossa acção e que muitas vezes, são pobres por força das circunstâncias sociais e culturais.
+ Manuel Madureira
bispo emérito do Algarve
in «SEARA DOS POBRES», nº 57 - Janeiro/Fevereiro/Março - ano 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Junto do Sacrário eu ia muitas vezes pedir luzes.
Depois de muitas visitas a Jesus Sacramentado, pareceu-me ouvir:
É certo que nada vales,
mas Comigo tudo vencerás.

Serva de Deus
madre Maria Isabel da Santíssima Trindade
fundadora das Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres "«Lembrai-Vos sempre» escritos - carisma - espiritualidade",
Editorial Franciscana, Braga, 1995, pg 138.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Comunhão Espiritual
Meu Senhor e meu Deus, que sacramentado estais, já que não posso receber-Vos sacramentalmente, vinde espiritualmente ao meu coração.
Vinde, meu bom Jesus, vinde habitar em mim, a fim de que eu viva em Vós.
Fazei o meu corpo casto, a minha alma pura e o coração que Vos ame cada vez mais.
No sacrário ou na cruz, que eu viva sempre unida a Jesus.
Serva de Deus
madre Maria Isabel da Santíssima Trindade
fundadora das Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres "«Lembrai-Vos sempre» escritos - carisma - espiritualidade",
Editorial Franciscana, Braga, 1995, pg 40.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"... uma só gota de amor é suficiente para apagar uma avalanche de ingratidões e infidelidades; mas deve ser puro, ardente, desinteressado, pronto para o sacrifício."
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora
in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 102.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Nunca pensei outra coisa senão dar-me toda a Deus; por conseguinte, só procuro agradar-Lhe e dar-Lhe consolação. Nele vejo um Coração a transbordar de bondade e amor; é um Pai que não engana.
Serva de Deus
madre Maria Isabel da Santíssima Trindade
fundadora das Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres
"«Lembrai-Vos sempre» escritos - carisma - espiritualidade",
Editorial Franciscana, Braga, 1995, pg 62.

domingo, 2 de janeiro de 2011

... faz bem em se mergulhar no seio da Trindade augusta: é ali que está a verdadeira vida de amor, é ali que se respira a plenos pulmões a santidade: está ali a perfeição absoluta numa doação inteira, numa fruição plena. Afogue-se naquele oceano, e morra ali de amor.
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora
in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 14.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

... Oração... fecundidade apostólica...
Só na piedade, na união com Deus, na oração, eu poderei tornar fecundo o meu apostolado. É mesmo este o segredo de conquista das almas: quanto mais se ora, mais se atraem para Deus.

Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora
in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 178.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Preparação para o Natal
... procure passar estes dias de preparação para o Natal no mais completo abandono. Ponha de parte receios e preocupações, ... viva a sua vida de cada dia como se não tivesse que pensar no dia seguinte, e deixe que o Rei divino disponha de si como quiser. Surjam embora dificuldades e sofrimentos: vá para diante de olhos fechados, e não pergunte o porquê. Foi depois de uns dias assim passados que a Santíssima Virgem viu enfim nascido o seu Filhinho e o estreitou ao coração.
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora

in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 64.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

D. Manuel foi apóstolo, orador,
Arcebispo, escritor, simples e santo,
Desejado p'la Igreja e, sem se impor,
Dado às almas no mais perdido canto.

Assim foi o grande santo e bom pastor,
Mas sempre a Mãe de Deus a ser, portanto,
A Estrela que animou o seu grande amor
E em Fátima floriu graça e o Seu manto...

Agora, roga a Deus por tua Diocese,
P'los seminários e onde a fé se preze,
E igualmente p'la Igreja em desalento...

Que haja muitas e santas vocações
E que a Mãe de Deus diga aos corações
P'ra amarem o Divino Sacramento...

Abel Vaz da Silva

in "A Defesa", 15 de Dezembro de 2010 - ano LXXXVII - nº 4492 - pg. 2

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Evocando a passagem do
134º aniversário do nascimento
de D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Como outrora ele chamou os apóstolos para serem seus cooperadores na conquista das almas, assim me chama agora a mim, para o ajudar a dilatar o reino de Deus. E que condições tão nobres ele propõe! Irá adianta, sofrerá primeiro todos os embates, é certa a vitória. Ainda hesitarei! Não, meu Jesus, rei divino e amoroso, não hesito, apesar de toda a minha miséria. Com a tua graça, eu estou pronto para tudo, seguir-te-ei, combaterei até ao fim. É dentro de mim, antes de mais nada, que abrirei as hostilidades, para que dentro de mim se estabeleça o teu reino. Tomarei a ofensiva reagindo contra os meus gostos, lutando contra as minhas paixões, contrariando e esmagando a minha natureza rebelde. Guerras sem tréguas ao orgulho e à sensualidade! Já que me chamastes para a tua guarda avançada quero honrar o posto que me destes. Sequar te, quocumque ieris (Seguir-te-ei para onde fores).
Servo de Deus
D. Manuel Mendes da Conceição Santos
Arcebispo de Évora
in "Coragem e Confiança (Pensamentos de Orientação Espiritual)", pg. 184.